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22 novembro 2007

Iuri Bombril

Venho para o Japao para aperfeicoar meus conhecimentos em programacao e afins, e acabo me tornando um lider de equipe, gerente de projeto, parte do curso de meio ambiente, camera-man, narrador de curta metragem e parte da equipe do curso de multimidia.
Meu ingles ta cada dia pior, nao vou aprender japones mas o meu portunhol ta ficando bem afiado.
To correndo 5 km por dia, tentei tenis mas nao tenho parceiro pra jogar, quero mergulhar mas esta frio, quase nao bebi sake, em compensacao, as garrafas de whisky se acumulam no meu quarto.

Que beleza hein?

10 abril 2007

Mas a vida é uma caixinha de surpresas

Bom, preciso postar algo.
Me aflige olhar pra cá e ver o mesmo post, dia após dia.

O problema é que o meu tempo livre tem estado raro mesmo, e mais, geralmente eu produzo melhor no sofrimento. É aquela estória: O homem só cresce na adversidade. Então como a vida tem dado uma estabilizada ultimamente, eu não tenho tido muita inspiração para tocar em frente o barco do blog. Nem uma musica interessante eu tenho para postar. "Que lástima", como diria Charlie Brown...
Mesmo assim os dia estão melancólicos: Resultado da abstinênica da nicotina. A primeira semana sem fumar é foda. Eu estou praticamente a ponto de esfregar meus dentes no asfalto para ver se passa a porra dessa vontade de ter o pulmão repleto de uma boa e toxica fumaça.
A verdade é que a falta do cigarro tá me deixando impaciente, mal-humorado e principalmente, com pensamentos muito sórdidos. Está me dando uma vontade imensa de fazer o maldades com pessoas.

=]

Isso me faz lembrar de uma frase que pessoas tem me dito nesses últimos meses: "Iuri, você e uma pessoa muito boa".

=|

Quem foi que disse?
Sim, quem disse que eu sou uma pessoa boa?
De onde as pessoas tiraram isso?
Será que eu não sou simplesmente um bom mentiroso?
Será que eu não sou apenas um bom ator?

Desculpe decepciona-los, mas eu não sou uma pessoa boa. Nunca fui. Sempre fui muito justo, muito leal, muito amigo, altruísta até o último fio de cabelo, mas boa... não. Decididamente não sou.
Eu já traí namoradas de praticamente todas as formas que vocês podem imaginar. Uma inclusive já me pegou chegando em casa com outra, às 3 da manhã, na porta de casa. Já decepcionei muitas delas. Fui relapso e extremamente desrespeitoso para com elas. Acho que a única canalhice que nunca fiz foi de trair alguma delas com uma amiga e/ou parente, e isso deve ter sido por falta de oportunidade. Eu também nunca fui pego em flagrante na cama.
Eu já furei olho de pessoas muito próximas de mim. Sem nem pestanejar. Sem pensar duas vezes se o cara é gente boa ou não. Nunca peguei (nem mesmo desejei) mulher de amigo não, mas já peguei mulheres de conhecidos sim. De gente que abracei, bebi junto, dei tapinhas nas costas.
Já bati em muita gente também. Já briguei muito. Já ofendi pra caralho idém.
Nunca fui de sair com galera unicamente para brigar em festa, ou seja lá onde fosse. Mas nunca corri de uma. Na verdade, eu sempre gostei disso. Adorava brigar. Os meus olhos brilhavam quando eu sabia que ia ter cagada. Lembro-me de uma reação minha que era involuntária: Sorrir.
Eu sempre sorria quando eu ia pra cima com a intenção de bater.
Na verdade eu sempre fui muito malino quando se tratava de maltratar alguém que eu não gostava. Eu sempre pensei nas piores pervessidades a serem feitas. Sempre achava um jeito de machucar mais.
Apesar de muito conhecido, eu também não gostava de muita gente. Sempre julguei muito. Sempre rotulando as pessoas disso ou daquilo. Só quem prestava eram meus amigos. O resto era um bando de "hippies fedorentos", "drogaditos", "playboys retardados" ou "pagodeiros otários". Era muito falso. Sempre mudava de opinião e de atitudes quando me interessava. Sempre me adaptava ao que me fosse mais proveitoso.

Mas a vida é uma caixinha de surpresas: Nunca mais sacaneei com uma namorada minha, nem com a que mais mereceu ser sacaneada. Nunca mais briguei, nem com aquele que mais mereceu toda a minha ira. Aprendi a não julgar. E todos que me aproximo atualmente é com legitimidade.

Acho que eu estou me tornando uma pessoa melhor, ou simplesmente ficando frouxo.

07 abril 2007

EU

Você vive num mundo de oportunidades de criar novas relações com as pessoas. Você ama as pessoas e as novas experiências, é uma pessoa ativa e divertida, e gosta de estar no centro das atenções. Você vive no presente e absolutamente adora viver uma vida cheia de agitação e de entusiasmo.

Você tem muita habilidade em lidar com as pessoas, e pode até se encontrar com freqüência no papel de conciliador, ajudando pessoas que estão brigadas a fazer as pazes. Já que você toma suas decisões baseando-se nos seus valores pessoais, você transparece ser, na maioria das vezes, uma pessoa muito simpática e preocupada com o bem-estar dos outros, e é comum que você seja uma pessoa generosa e calorosa. Você é uma pessoa muito observadora, e parece poder sentir o que está de errado com alguém antes mesmo que a maioria das outras pessoas o faça, já em seguida encontrando uma solução prática e calorosa para preencher essa necessidade. Você pode não ser a melhor pessoa para dar conselhos que exista, principalmente porque você não gosta de teorias nem de ficar planejando o futuro, mas por outro lado você é ótimo em cuidar das pessoas de maneiras práticas.

Você é definitivamente uma pessoa espontânea, otimista, e que absolutamente adora se divertir. Mas cuidado, pois se você não desenvolver seu lado mais racional e considerar aspectos mais lógicos, você pode acabar se entregando demais a esses prazeres, colocando mais importância no aqui e no agora e nessa gratificação imediata, do que nas suas tarefas e obrigações. Você pode também evitar fazer análises das conseqüências de longo prazo para as suas ações presentes.

Para você, o mundo é como se fosse um grande palco. Você adora ser o centro das atenções e constantemente faz apresentações para as pessoas, pois você gosta de divertir as pessoas e de vê-las felizes; adora estimular as sensações (os cinco sentidos) dos outros, e é extremamente bom nisso; e adoraria se a vida pudesse ser nada mais que uma festa sem fim, com você mesmo sendo o mestre de cerimônias que lideraria toda a curtição.

Você adora as pessoas, e todas as pessoas te adoram. Aliás, uma de suas melhores qualidades é exatamente a de ser amado por todos. Você é animado, entusiasmado, e gosta de verdade de todo mundo. Você é uma pessoa sempre calorosa e generosa com seus amigos, e geralmente trata todo mundo como seu amigo. No entanto, uma vez que alguém te confronte, você cria opiniões fortes e duras contra essa pessoa, e pode ficar com um profundo desgosto dela.

Você é uma pessoa que quando exposta a uma situação muito estressante fica sobrecarregada de pensamentos e preocupações negativas. Como você é uma pessoa muito otimista e que vive num mundo das mais variadas possibilidades, o pessimismo não se encaixa bem com você. Você se esforça para combater esse tipo de pensamentos, e cria argumentos simples e gerais para fazer o problema desaparecer. Estas explicações simplórias podem ou não estar realmente ligadas ao motivo real do problema, mas de qualquer maneira elas te fazem bem, permitindo que você supere o problema.

Você é uma pessoa muito prática, apesar de você odiar estruturas e rotinas. Você gosta de “dançar conforme a música”, confiando na sua habilidade de improvisar em qualquer situação que você venha encarar. Você aprende melhor fazendo, na prática, do que lendo em um livro sobre como fazer, porque você prefere não ter que lidar com coisas teóricas. Se você não desenvolver seu lado intuitivo, terá uma tendência grande a evitar situações que envolvam muito pensamento teórico que sejam de certa forma complexas e ambíguas. Por esta razão, você pode se encontrar em dificuldades dentro do sistema normal de educação, pois esse dá uma importância maior a conceitos abstratos, especialmente na faculdade. Por outro lado, você se dá extremamente bem em situações em que você pode aprender interagindo com outras pessoas, ou onde você pode aprender fazendo.

Você tem uma apreciação muito bem desenvolvida por beleza estética, e uma excelente noção de espaço e função. Se você tiver em condições de comprar, é provável que você tenha muitos bens belíssimos, além de uma casa artisticamente decorada. Em geral, você fica muito feliz com objetos que sejam esteticamente belos. Pessoas como você apreciam as coisas mais finas da vida, como uma boa comida e um bom vinho.

Você é um ótimo integrante de uma equipe. A probabilidade é altíssima de que você não somente não crie problemas no serviço, como também torne o ambiente de trabalho o mais divertido possível na hora de executar suas tarefas e obrigações. Você se dará muito bem em carreiras em que você possa usar sua capacidade de lidar com as pessoas, assim como sua capacidade de fundir idéias, dando-as forma e estrutura. Por ser uma pessoa muito ativa e que gosta de novas experiências, você deveria escolher carreiras que oferecem ou que pedem uma capacidade de lidar com muita diversidade, assim como ótimas habilidades interpessoais.

Você é uma pessoa que normalmente gosta de se sentir uma ligação forte com as outras pessoas, e que tem uma conexão com animais e crianças que não é encontrada na maioria das pessoas. Você aprecia muito, também, as belezas da natureza.

Você tem um tremendo amor pela vida, e sabe como se divertir; você gosta de trazer mais gente para participar contigo nas suas diversões, e é acima de tudo uma pessoa muito divertida e agradável de se ter junto. Você é flexível, adaptável, genuinamente interessado nas pessoas, e, em geral, tem um bom coração. Você tem uma habilidade única de extrair muita diversão da vida, mas precisa tomar cuidado com as implicações ao longo prazo de viver integralmente no momento, sem planejar bem seu futuro.

26 março 2007

Mudanças

Hoje é um marco.

Entreguei cedo o meu carro, vendido para uma consercionária de veículos.
Estou trocando de carro sim, e toda vez que eu troco de carro, você pode ter certeza que é porque grandes mudanças estão acontecendo.
Sempre foi assim.
Geralmente eu troco de carro no meio de grandes mudanças. E o mais engraçado é que não é proposital. Simplemente acontece de eu trocar de carro justamente quando grandes guinadas estão ocorrendo na minha vida. Eu percebi isso hoje de manhã, dirigindo em sentido contrário ao fluxo da massa rumando em direção à grande BH, para mais uma semana de trabalho. Eu estava justamente recebendo o sol matutino de antes das 8 da manhã na cara e pensando nos meus queridos companheiros que me acompanharam por várias aventuras.
Nunca fui apaixonado por carro como muita gente. Eu gosto. Acho bacana mesmo. Principalmente carros grandes. Mas não sou escravo deles, e talvez por isso os trate tão mal.
Nessa pequena reflexão de início de dia, me lembrei do carro que me acompanhou por mais tempo, e mais heroicamente, como o gato guerreiro que acompanha a bicha do He-Man, como o fiel cão, sem reclamar, sem pedir, sempre alerta: A Elbinha.
A Elbinha era de 1995, 1.5, gasolina. Comprada Zero para ser o carro da família. E foi, durante varios anos. Até 1998 para ser mais exato, que foi quando a minha mãe passou para mim a responsabilidade de mante-la. A partir dali eu era um ser livre. Independente - Tá certo que eu não tinha dinheiro nem para por gasolina, mas quem se importa? Dos meus amigos eu era o primeiro a ter carro: então era coleta para sair a noite.
Gasolina a R$0,69 o litro.

- Põe R$3,00 aí mestre!

A Elbinha me acompanhou durante a minha primeira namorada séria. Me acompanhou nas primeiras incurssões a Bragança. Esteve comigo em Ourém, no festival da canção, quando o Marcos MacLary jogou ela barranco abaixo, e mesmo assim sobreviveu. Ela esteve nos primeiros reveillons longe da família. Eu estava com ela quando Belém era uma cidade que se podia namorar no carro, nas ruas desertas da Batista Campos. Ela esteve como cliente no maior puteiro da cidade, onde as moças já conheciam o barulho dela chegando. Era só ouvir aquele barulho de carro com todas as velas entupidas, juntamente com um farol mais baixo que o outro que elas falavam:

- Lá vem aqueles meninos de novo. Eles ficam passando a mão na gente e nunca pagam nada! Nem cigarro eles liberam!!!

A Elbinha foi embora da minha vida justamente quando uma grande mudança estava ocorrendo. Eu tinha abandonado a biologia na ufpa, tinha saído do quartel e tinha acabado de passar no vestibular de novo, para Ciência da Computação. A minha vida estava tomando um rumo quase certo, coisa que parece impossível, como ficou provado mais a frente. Mas foi uma época de extremas mudanças sim. Foi o ano que Priscila entrou na minha vida. Foi o ano que a computação entrou na minha vida. Coisas que hoje ainda fazem parte delas e parece que não sairão tão cedo.

Vá Celtinha.
Você me serviu bem, mas infelizmente seus bancos estão sujos demais para serem limpos.
Boa sorte!

14 março 2007

Eu não sei!

Não. Eu não sei jogar futebol, nem vôlei, nem basquete, nem tênis. Na verdade eu não sou bom em nenhum esporte. Sou no máximo regular. Nem gosto. Até hoje eu não sei se eu não sei jogar porque eu não gosto de esportes, ou se não gosto de esporte porque eu nunca fui bom jogador. A única competição que já fui primeiro lugar foi de tiro de fuzil no exército. Fui muito bem por sinal: fiz 90 num total de 100 pontos, e deixei pra trás vários oficiais com anos de caserna.
Mas é só.
Eu também não sou bom escritor. Eu escrevo aqui mais por teimosia do quê por qualquer outra coisa. Eu também não sou um bom fotógrafo. No máximo regular. A câmera ajuda bastante. Eu arranho violão fazem uns 15 anos. Mas também não passo das batidas básicas e acordes fáceis. Um solinho ou outro mais complexo. Nada de mais.
Nem programar sou excelente. Sou no máximo bom. Mas não sou esforçado o bastante. Não estudo. A minha lógica matemática que deve ser boa. Eu me viro. Resolvo qualquer problema que me dão. Qualquer algoritmo. É que eu aprendo fácil. Tudo eu aprendo fácil.
Se um dia eu precisar ser mecânico, eu serei. Não serei um otimo mecânico, mas serei um bom mecânico. Igual ao violão. Igual ao fotógrafo. Igual a esse blog. No máximo regular pra bom.
Mas como todos nessa vida, temos que fazer algo bem feito.
Eu gosto de pessoas. De lidar com pessoas. De cativar pessoas.
Carísma.
Sou bom nisso. Muito bom.
Eu queria que tivesse uma profissão para gente carismática.
Eu também sou muito bom pra quebrar dentes. Dos outros é claro. Mas isso eu prefiro deixar pra lá. Pois é até uma incoerência uma pessoa carismatica sair arranjando briga por aí. É bem melhor fazer amizade com aquele cara, ao invés de quebrar-lhe os dentes. Quem apanha não esquece.
Uma das coisas engraçadas que aconteceram nesse carnaval foi justamente ver esse carísma em atuação. Eu fiz amizade com praticamente todo grupo de pessoas que eu me aproximava: Os paulistas do camping, as brasilienses, os mineiros que estavam cheirando gás de hélio pra falar fino, o dono do hotel, o cara do clube da esquina, o mineiro-que-mora-na-frança-mas-que-passa-o-carnaval-no-brasil, o francês e a namorada dele morena, os donos do botequinho em milho verde, o cara que quer que eu faça jiu-jitsu com ele. Praticamente saí com emails aos montes de lá, e tudo muito espontaneamente.
Eu acho que estou bem assim.
Sem futebol.
Sem vôlei.
Sem basquete.
A única coisa que realmente eu preciso é de uma boa mira e de um bom carísma.

09 março 2007

Voltando a vida ativa

Esses últimos 40 dias foram um "gap" cultural na minha vida. Simplesmente esqueci a minha parte culta e mergulhei de cabeça na farra, na futilidade, na night, na superficialidade. E devo dizer que não só estava precisando disso, como me fez muito bem. Bem pra alma devo ressaltar aqui, pois o corpo pediu arrego.
Mas agora estou de volta a minha vida produtiva. Mais do que nunca.
Primeiramente vou deixar esse blog mais fértil. Tentarei escrever alguns contos, algumas crônicas e algumas incoerências. Vou começar a levar a fotografia a sério. Pelo menos como um hobby. Até fiz uma conta "PRÓ" no FlickR. E já troquei as cordas do violão.
Não prometo ler mais, pois devo adimitir que estou sem saco para leitura.
Agora eu estou dando alimento para a mente, pois a alma está parruda. Estou aberto a críticas e sugestões.