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23 julho 2007

Julho que o pariu

Será que é sina de julho?
Já é o terceiro julho que um carro meu leva o caralho, e pior, sem a culpa ser minha.
Em 2004, na estrada saindo de Capanema (PA) indo em direção à Bragança (PA), a noite, um puta doberman aparece na frente do carro. Só deu pra segurar a direção e aguentar a porrada. Acabou com a frente do golzinho, juntamente com uma série de problemas que vieram depois, como a bobina da ventoinha do radiador ter queimado e por isso quase bater o motor do diabo do carro.
Dor de cabeça em cima de dor de cabeça. Tudo resolvido em uma semana.

Julho do ano passado, ainda tinha o Celta, quando a minha ex engaveta a porra do carro na rua Alagoas, durante um engarrafamento. Em situações que até hoje não estão bem explicadas.
10 dias sem carro.

Ontem, dia 22 de julho, saindo de uma festa na BR 040, próximo à BH. 6 da manhã e a porra do vidro totalmente embaçado, pego a direita da pista e fico tentando enxergar algo quando eu sinto a porrada. O primeiro segundo serve pra absorver o impacto e fazer com que o cérebro analise e reconheça que você acabou de levar uma porrada por trás. O segundo de número dois serve para o corpo reagir depois do processamento cerebral, que instantaneamente olha ao redor, vê quem te bateu, vê onde estás, e vê pra onde vais.
Encosto o carro a 100 metros de um posto da polícia rodoviária federal, o cara que me bateu, um Peugeot 206, encosta a logo após.
Anota a placa.
Tá todo mundo bem?
Lá vem o guarda.

Esse domingo foi foda: Multa de R$1.000,00, apreensão da carteira devido à presença de álcool além do permitido no meu organismo, possível processo penal. E olha que meu único erro foi estar no lugar errado na hora errada.

Aproximadamente 1 mês sem carro. Foda-se.

17 julho 2007

closer

Perto demais.

To sem saco pra dissertar sobre o quanto eu gostei desse filme, entao eu vou copiar um trecho que eu achei no Zeta Filmes.

Pois o que você imagina que irá acontecer quando você se apaixonar? O que espera ganhar? Você quer que a pessoa torne-se parte de você? Que a companhia dela seja o bastante? E se, por acaso, um de vocês desistir ou mudar de opinião? o que realmente nos leva à fidelidade sexual, de qualquer jeito? Você estaria disposto a arrasar a pessoa que você arrastou para sua ilusão de como a felicidade deveria ser, apenas para tentar ver se você consegue ser apenas um pouquinho mais feliz com outra pessoa? Isso é correto? E quando contamos a verdade, somos mais heróicos do que quando mentimos, mesmo que a verdade irá arrasar vidas e corações para sempre?

A resposta em "Closer", se é que há uma, é que no momento em que pararmos de idealizar romances (que são uma distração, mas não são amor de verdade), poderemos realmente desfrutar de quem está ao seu lado, realmente descobrir as pessoas com quem vivemos e, portanto, nossos relacionamentos. O filme acaba se tornando um conto sobre duas pessoas que acabam descobrindo o valor do que tem, duas que acabam se perdendo e onde as verdades nada valem. "Closer" é perfeitamente cruel, verdadeiro, revela a hipocrisia dos relacionamentos modernos sem pregar soluções (as perguntas feitas acima permanecerão sem respostas), mas indicando onde a sociedade deslumbrada pelas belezas do sexo enfurnou a conexão espiritual com outro ser humano: atrás das caixas de papelão de um sótão empoeirado. "Closer" é um tapa na cara de quem usa o cinema como combustível para fantasias escapistas de romances maravilhosos. Não é que o amor não exista, mas é inegável que "Closer" advoga muito bem a afirmação contrária.

04 maio 2007

Divagações sobre a transformação da massa da informação

Ou então você pode simplesmente chamar de "física x informática".

Como assim Bial?

Sim, pois eu cá estava a pensar sobre uma lei da física que diz: Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.

Na natureza.
E aí vem a informática onde perde-se.

format c:

Simplesmente você pode poerder uma vida conceitual. Tudo o que você tem dentro de um HD pode ser perdido. Perdido mesmo. Desaparecer. Acaber. Capuft!!!
E isso vai contra as leis da física!
Sim.
Vai sim.
Mas pode acontecer.

Musicas.
Livros.
Fotos.
Trabalhos.

São propriedades intelectuais que podem a vir se perder para sempre. Um livro a ser publicado. Fotos que irão para uma exposição de Arte.
Pode-se perder uma vida!

Que coisa, não?

-- Mas porque que eu estou falando isso mesmo?

27 março 2007

Em tempo


Para os pseudo-cults de plantão

15 março 2007

Foi sem querer querendo!

Mãããããieeeeeee!!!!
Eu quero um desses!!!

Fonte: Melhores do Mundo



15 fevereiro 2007

Viciado

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