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01 dezembro 2007

A cerimonia de las botejas

A primeira vez que eu fui no quarto do David, tomei um susto com o tanto de garrafa seca que tinha na bancada dele. Varios whiskys, vodkas e Saques. Isso foi a mais de um mes atras. De la pra ca esse nr aumentou consideravelmente devido as festas que faziamos. Entao ontem, na vespera do seu retorno para o Equador, fizemos a cerimonia da passagem das garrafas. Elas foram entregue a esse ser que vos escreve essas linhas tortas.
Todos os que participaram das farras etilicas, estavam presentes, e receberam a sua respectiva garrafa para que a levasse para o seu proximo lar nos proximos 3 meses e meio: o meu quarto. Mas claro que antes rodamos o campus em uma procissao funebre, batendo as garrafas, anunciando a mudanca. Invadimos o PC Room, e acordamos participantes com a nossa bagunca.
Ao chegar ao destino final, arrumei as garrafas, fiz o meu discursso, mas, ainda estava faltando algo. O que seria? Mas claro! Garrafas cheias para comemorarmos o fim de mais um ciclo.
Puxei 500 Yens do meu bolso e disse: "Vamos fazer do jeito brasileiro. Coleta!".
Resultado?
Mais uma garrafa de Jack Daniels, uma de Chivas, uma de Red Label e uma de saque.
Agora eu tenho a missao de continuar as festas no meu quarto e passar para o proximo Latino a tradicao recem iniciada da Cerimonia de las Botejas.












27 novembro 2007

Latinos sao vitimas de atendado em centro Internacional Japones

Eu tinha certeza que essa seria a noticia principal nos principais jornais do mundo.

O que parecia ser apenas uma tranquila noite de sabado, acabou se transformando na maior festa multicultural por aqui.
Tudo comecou comigo indo no quarto onde estava rolando uma festa com os bebados de Papua Guine, aqueles caras do pacifico sul. Os caras tavam bebendo direto desde quinta a noite, ja que aqui sexta foi feriado. Eles nao dormem, quase nao comem, e bebem, bebem, bebem. Entao eu passei la pra ver como estava o estado dos caras, e como eu imaginei, estavam como zumbis. Me ofereceram um whisky com coca, aceitei e fiquei ali batendo papo. Me demorei mais ou menos uma hora por la, e decidi voltar para o meu quarto e dormir. Como o quarto de um amigo meu equatoriano eh no caminho, vi que estava uma barulheira la dentro e entrei. Estavam alguns latinos por la, para ser mais exato uma colombiana, um salvadorenho, uma hondurenha um boliviano, um argentino e o equatoriano, bebendo uma garrafa de saque tamanho familia. Me juntei a eles. Chegaram mais uma brasileira e um panamenho. E o quarto foi ficando pequeno e a garrafa de saque seca.
Nesse meio tempo entram os caras da Papua Guine, ficam um pouco, e saem.
Quando de repente batem na porta, e como ninguem estava batendo na porta pra entrar, imaginamos que fosse algum vizinho para reclamar do barulho.
Ao abrir a porta nos deparamos com um afegao barbudo, no melhor estilo Taliba(n). Com barbao e aquela roupa caracteristica.
"Pronto, fudeu, o cara vai explodir os infieis!", pensei.
Todos param de falar, naquela expectativa.
E o cara... entra no quarto e sai comprimentando a todos, principalmente as garotas!!!
Fala alguma coisa e sai, demora uns 2 minutos e volta com mais dois caras. E ja vao sentando na cama do lado das meninas, e tentando se comunicar.
As meninas para fugir do assedio, vao dancar.
Pra que?
Os olhos dos caras brilharam!
Eu acho que nessa hora eles tavam pensando: " Ala, me de forcas, porque coragem eu tenho!".
A partir dai a bagunca foi geral.
O saque acabou e eu peguei a garrafa de cachaca que tava no meu quarto, e depois apareceram mais uns whiskys, assim como mais uns figuras.
No fim da noite, e inicio da manha, tinham passado pelo minusculo quarto, afegaos, mocanbicanos, paquistanes, combojano, alem dos outros ja citados acima.
Otimas fotos, otimas estorias pra contar.
E assim terminou o que seria uma tranquila noite de sabado.